AUTOIDENTIFICAÇÃO PROEXOLÓGICA

Ricardo Rezende foi inversor, isto é, alguém que desde cedo demonstrava lucidez e parapsiquismo acima da média. Como outros jovens inversores, não se identificava com metas convencionais e optou por focar no crescimento interior, nas metas evolutivas e na assistência a outras consciências.

Ricardo reuniu no livro Autoidentificação Proexológica o resultado de anos de busca por seu propósito existencial (proéxis), oferecendo uma espécie de manual para quem está na busca por sentido.

CONTEÚDO
O livro não é teórico. Ele traz exemplos concretos de pequenos fatos marcantes de sua vida como encontros pessoais, decisões difíceis, resolução de conflitos, relações profissionais, aportes recebidos e conquistados. A partir desse conjunto de experiências, ele deduz hipóteses de sua proéxis (missão de vida). Achei esse formato muito inspirador pois dá ao leitor a sensação de que esse tipo de autopesquisa é possível.

Não é um romance. Trata-se de um livro técnico com métodos, procedimentos e conceitos necessários para que qualquer pessoa possa identificar sua própria programação existencial.

Entre as técnicas abordadas, quero destacar:

  • Senso de timing proexológico
  • Trafor, trafar e trafal
  • Investigação das motivações
  • Recusa das motivações antievolutivas
  • Missão do grupo evolutivo
  • Orientações dos amparadores

Além dessas técnicas, quatro pontos me chamaram atenção:

  1. A listagem de hábitos antiproéxis, ou seja, padrões de pensamento e ação que atrapalham o reconhecimento da missão de vida.
  2. A discussão sobre coincidências: nem todo “sinal do universo” é um sinal; às vezes é apenas um desvio ou uma fantasia pessoal.
  3. A necessidade de equilíbrio emocional para pesquisar algo tão íntimo e abrangente.
  4. E duas páginas muito consistentes sobre sinalizadores proexológicos.

RECOMENDAÇÃO
Percebo a necessidade de três requisitos para se aproveitar bem o livro:

Primeiramente é preciso ter estudado com certa profundidade os conceitos da Conscienciologia e seus manuais fundamentais. Segundo, estar familiarizado com a linguagem da Conscienciologia. E por último, mas não menos importante, ter algum nível de autopercepção multidimensional, como o próprio autor sugere.

Não é uma obra introdutória. A autoidentificação proexológica exige fatos acumulados, evidências e revisão de vida. Ler o livro é fácil; aplicar o método, correlacionar dados e montar o quebra-cabeça evolutivo é que dá trabalho.

A leitura só fará sentido para quem realmente está no processo de identificar sua missão. E, como destaquei, há outras pesquisas e livros que precisam vir antes para dar a base necessária.

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PAULO HENRIQUE ARAUJO

paulo@meditecomigo.org

Moro em Recife. Desde cedo trabalhei e empreendi em vários segmentos dentro e fora do Brasil. Quando morava na China percebi que deveria dar mais atenção ao caminho espiritual. Além dos cursos e das práticas, os livros também ajudaram na minha jornada. Compartilho aqui alguns resumos na esperança que eles também lhes sejam úteis. Para ver todos os posts de Paulo clique aqui.

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